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Essa fica fazendo esse tipo de provocação o tempo todo. Tanto que já fui obrigado a recorrer à Justiça devido a afirmações suas a meu respeito, em processo por crimes de calúnia, injúria e difamação, no qual venci em todas as instâncias. Portanto, conheço bem a diferença entre crítica, +

interpretação de má-fé e imputação de algo que nunca foi dito. Neste caso, não preciso sequer me explicar. Basta fazer aquilo que qualquer pessoa deveria fazer: ler a matéria antes de reproduzir uma narrativa construída a partir da manchete. A matéria diz, literalmente: +

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“De acordo com Nemer, as restrições impostas pelo acordo ‘ferem no cerne o modelo de negócio do Facebook’. Ele explicou que a lógica central da empresa sempre foi manter os usuários engajados e produzindo dados para que pudessem se tornar alvos de anunciantes. +

‘Ele vai ter que parar de usar crianças e adolescentes como alvos de comerciantes que estão ali na plataforma, ressaltou o especialista.” E, ao vivo, durante a entrevista, fui ainda mais incisivo e duro na minha análise. Isso não é defender a Meta, é explicar como a Meta funciona. +

E qualquer pessoa que me acompanhe sabe perfeitamente que meu trabalho é justamente dedicado a analisar criticamente o poder, a infraestrutura e o domínio das Big Techs. Enfim, há uma ironia particular em alguém que se apresenta como crítica da desinformação +