Já explicamos por que a extrema direita tem o Senado como centro da estratégia para 2026. Agora, na segunda reportagem da nossa série, você vai entender o mapa e a matemática desse plano. Prepare-se.
Vem no fio que a gente explica 🧶
Ele indica as cadeiras que faltam para garantir a maioria no plenário e a presidência da Casa a partir de 2027, o que abre caminho para ter em mãos poderes exclusivos da casa legislativa, como o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.
A matemática é simples.
Na eleição de 2022, a extrema direita levou 14 das 27 cadeiras em disputa. Como os mandatos de senador são de oito anos, os eleitos há quatro anos seguem no posto até 2030.
Portanto, para chegar aos 41 senadores – a maioria do Senado, que tem 81 membros –, a extrema direita terá de vencer 27 das 54 cadeiras disponíveis em 2026.