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1) A Ponte publicou um editorial sobre o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A partir de 12 anos cobrindo segurança pública e direitos humanos, analisamos os projetos em disputa e explicamos por que não os consideramos equivalentes. ponte.org/flavio-bolso...

ponte.orgFlávio Bolsonaro: risco para segurança e a democraciaPlano de Flávio Bolsonaro prevê mais prisões e vigilância, mas deixa de lado medidas para reduzir a violência policial

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2) A régua é a mesma que usamos para qualquer governo: defesa da vida, redução da violência, investigação e inteligência, controle das polícias, fiscalização dos gastos públicos, menos encarceramento e enfrentamento das estruturas econômicas do crime organizado.

3) O histórico de Flávio Bolsonaro também faz parte dessa análise. Quando deputado estadual, ele concedeu a Medalha Tiradentes a Adriano da Nóbrega, posteriormente apontado como chefe do Escritório do Crime, e empregou a esposa e a mãe dele em seu gabinete.

4) Seu plano promete cinco novos presídios federais e 500 mil novas vagas no sistema prisional. Mas não explica quanto essa expansão custará nem de onde virão os recursos. Mais prisão, por si só, não significa mais segurança.

5) O programa também aposta em reconhecimento facial e integração de câmeras a bancos de dados. “São câmeras para observar o cidadão, não câmeras corporais para aumentar a transparência sobre a atuação de quem recebeu do Estado autorização para usar a força.”