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Vítima sofreu fratura exposta em uma das pernas. Testemunhas relataram que PMSC se omitiu em prestar socorro após atropelamento com viatura. Família diz estar proibida até aqui de acompanhar jovem em hospital em Florianópolis_ Reportagem de Paulo Batistella ponte.org/jovem-atrope...

Após as eleições de 2026, a Ponte defende que a mobilização política continue para além das urnas e lembra que a democracia também se constrói na defesa cotidiana dos direitos, na cobrança por justiça e na fiscalização do poder público ponte.org/da-redacao-o...

ponte.orgDa Redação | O que vem depois do voto - Ponte JornalismoApós as eleições de 2026, a Ponte defende a mobilização política para além das urnas, com partição popular e defesa dos direitos

Flávio Bolsonaro chamou de “detalhezinho” a marcação que permite rastrear munições do Estado. O mecanismo ajudou a esclarecer assassinatos e identificar desvios para o crime organizado. Um projeto defendido pelo senador pretendia retirar essa exigência. ponte.org/flavio-bolso...

Segurança pública está no centro do segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Mas o que cada um pretende fazer com as polícias, o sistema prisional e o combate ao crime organizado? A Ponte comparou as propostas e trajetórias dos candidatos. 🧵 ponte.org/lula-flavio-...

ponte.orgLula x Flávio Bolsonaro: propostas para a segurança pública - Ponte JornalismoLula e Flávio Bolsonaro divergem sobre segurança pública. Entenda suas posições sobre milícias, saidinhas, maioridade penal e sistema prisional
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9) Flávio também defende a “castração química” para autores de crimes sexuais. Especialistas apontam que não há evidências de que a medida previna esses crimes, ligados também a relações de poder e dominação.

Segurança pública está no centro do segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Mas o que cada um pretende fazer com as polícias, o sistema prisional e o combate ao crime organizado? A Ponte comparou as propostas e trajetórias dos candidatos. 🧵 ponte.org/lula-flavio-...

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7) A principal proposta de Lula é a PEC da Segurança Pública, que busca ampliar a coordenação federal da área. Especialistas criticam alterações feitas no Congresso, que podem manter impasses do modelo atual. A PEC ainda depende de aprovação no Senado.

8) Presídios: Lula passou a prometer transformar 138 unidades estaduais em prisões de segurança máxima. Flávio quer construir cinco novos presídios e criar 500 mil vagas em parceria com estados. Ele não explicou de onde viriam os recursos.

Segurança pública está no centro do segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Mas o que cada um pretende fazer com as polícias, o sistema prisional e o combate ao crime organizado? A Ponte comparou as propostas e trajetórias dos candidatos. 🧵 ponte.org/lula-flavio-...

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5) Flávio também apoiou um projeto que retiraria a exigência de marcação de lote nas munições compradas pelo Estado. O rastreio ajudou a esclarecer assassinatos e identificar desvios para facções. Ele chamou a marcação de “detalhezinho”.

6) O senador promete classificar facções e milícias como “narcoterroristas”. O termo, usado por Donald Trump em sua política para a América Latina, não tem definição legal consolidada. Flávio não detalhou como aplicaria a classificação.

Segurança pública está no centro do segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Mas o que cada um pretende fazer com as polícias, o sistema prisional e o combate ao crime organizado? A Ponte comparou as propostas e trajetórias dos candidatos. 🧵 ponte.org/lula-flavio-...

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3) Em SP, a espera por exames criminológicos chegou a um ano e dois meses, revelou a Ponte. A exigência, que não foi vetada por Lula, pode atrasar a progressão de presos e agravar a superlotação, alertam especialistas.

4) Flávio tem um histórico de elogios e relações com integrantes de milícias no RJ. Quando deputado estadual, defendeu esses grupos, homenageou Adriano da Nóbrega e empregou a mãe e a esposa dele. O senador nega acusações de irregularidades.

Segurança pública está no centro do segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Mas o que cada um pretende fazer com as polícias, o sistema prisional e o combate ao crime organizado? A Ponte comparou as propostas e trajetórias dos candidatos. 🧵 ponte.org/lula-flavio-...

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1) Os dois defendem reduzir a maioridade penal. Lula passou a apoiar a redução para 16 anos em crimes hediondos. Flávio propõe 14 anos para determinados crimes graves e 16 para outros delitos. Especialistas questionam a eficácia da medida para reduzir a violência.

2) Lula é a favor das “saidinhas”? Em 2024, o presidente vetou o fim das saídas temporárias para visitas familiares, mas o Congresso derrubou o veto. A nova lei restringiu o benefício e tornou obrigatório o exame criminológico para progressão de regime.

Ana Clara tinha 5 anos quando foi morta por um tiro de fuzil durante uma ação policial em Niterói (RJ). Cinco anos depois, o PM acusado ainda não foi julgado. Flávio Bolsonaro tentou reverter a decisão de levá-lo a júri popular. Entenda o caso. ponte.org/ana-clara-fl...

ponte.orgAna Clara, Flávio Bolsonaro e os entraves à punição de PMs - Ponte JornalismoFlávio Bolsonaro tentou anular júri de PM acusado de matar Ana Clara. Caso expõe obstáculos à punição por mortes de crianças em ações policiais
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7) Os casos têm caminhos diferentes, mas obstáculos semelhantes: a família de Ana Clara espera pelo júri; a de Ryan tenta reabrir a investigação. Especialistas ouvidos pela Ponte apontam o racismo institucional e a demora da Justiça como parte do problema.

8) Quantas famílias precisam esperar anos por uma resposta? Na reportagem, Mariana Rosetti investiga a atuação de Flávio Bolsonaro no caso Ana Clara e os entraves à responsabilização de policiais que matam crianças. Leia em ponte.org.

Ana Clara tinha 5 anos quando foi morta por um tiro de fuzil durante uma ação policial em Niterói (RJ). Cinco anos depois, o PM acusado ainda não foi julgado. Flávio Bolsonaro tentou reverter a decisão de levá-lo a júri popular. Entenda o caso. ponte.org/ana-clara-fl...

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5) A violência também tem cor: em 2025, o Brasil registrou 2.079 mortes violentas intencionais de crianças e adolescentes. Entre as vítimas de 12 a 17 anos, 86,3% eram negras. Entre as crianças de até 11 anos, o percentual foi de 62,6%.

6) Ryan da Silva Andrade Santos também brincava quando foi baleado, aos 4 anos, durante uma operação policial em Santos (SP), em 2024. O Ministério Público arquivou a investigação. A família recorreu, mas o promotor manteve a decisão.

Ana Clara tinha 5 anos quando foi morta por um tiro de fuzil durante uma ação policial em Niterói (RJ). Cinco anos depois, o PM acusado ainda não foi julgado. Flávio Bolsonaro tentou reverter a decisão de levá-lo a júri popular. Entenda o caso. ponte.org/ana-clara-fl...

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3) “Ele tentou anular o júri da minha filha”, disse Cristiane Gomes da Silva, mãe de Ana Clara. Ela teme que uma eventual eleição de Flávio à Presidência prejudique a busca por justiça. Desde a morte da menina, a família enfrenta ameaças e dificuldades.

4) Ana Clara não é exceção. Em 2025, 428 crianças e adolescentes morreram em intervenções policiais no Brasil — mais de uma vítima por dia. O número cresceu 5% em relação a 2024, segundo o 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Ana Clara tinha 5 anos quando foi morta por um tiro de fuzil durante uma ação policial em Niterói (RJ). Cinco anos depois, o PM acusado ainda não foi julgado. Flávio Bolsonaro tentou reverter a decisão de levá-lo a júri popular. Entenda o caso. ponte.org/ana-clara-fl...

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1) Em fevereiro de 2021, Ana Clara Gomes Machado brincava com o irmão na porta de casa quando foi atingida. Segundo o Ministério Público do Rio, o disparo partiu do policial militar Bruno Dias Delaroli, que responde ao processo pela morte da menina.

2) Em 2024, Flávio Bolsonaro (PL) assinou um recurso ao STJ para tentar anular a decisão que submetia o policial acusado a júri popular. O tribunal negou o pedido. Até hoje, a família de Ana Clara espera pelo julgamento.

Hoje, às 13h, tem Fala, Ponte ao vivo no Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato! Nesta semana, o repórter Paulo Batistella, da Ponte Jornalismo, comenta sua reportagem sobre como Flávio Bolsonaro defendeu um projeto que acabaria com a obrigatoriedade de rastreamento de munições vendidas ao Estado.

Flávio Bolsonaro disse que 73% dos presos votaram em Lula. Mas o percentual se refere aos votos em seções instaladas em presídios, onde servidores também votam. Condenados definitivamente, como Jair Bolsonaro, não podem votar. A Ponte Jornalismo explica os números e a legislação.

Artigo | Diário de uma relação com as milícias De Adriano da Nóbrega ao caso Ana Clara, episódios de mais de duas décadas revelam como Flávio Bolsonaro se posicionou diante de policias acusados de crimes e das milícias do Rio de Janeiro ponte.org/diario-de-um...

ponte.orgArtigo | Diário de uma relação com as milícias - Ponte JornalismoDe Adriano da Nóbrega ao caso Ana Clara, episódios de mais de duas décadas revelam como Flávio Bolsonaro se posicionou diante de policias acusados de crimes e das milícias

1) Flávio Bolsonaro chamou de “detalhezinho” a marcação de munições vendidas ao Estado. Mas foi justamente esse mecanismo que ajudou a desvendar o assassinato de uma juíza e a identificar munições desviadas para facções criminosas. Entenda o que está em jogo.

ponte.orgO ‘detalhezinho’ rejeitado por Flávio que ajudou a resolver crimes - Ponte JornalismoMarcação de munições ajudou a desvendar a morte da juíza Patrícia Acioli e revelou desvio. Flávio Bolsonaro apoiou projeto para extingui-la
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8) O Sou da Paz também identificou que 40,9% das munições apreendidas em operações contra o Comando Vermelho eram de fabricação brasileira. A principal hipótese do estudo é que a expansão das compras por CACs durante o governo Bolsonaro abriu outra fonte de abastecimento para facções e milícias.

9) A marcação de munições permite investigar assassinatos, identificar desvios de arsenais públicos e rastrear o abastecimento de organizações criminosas. Na Ponte, Paulo Batistella explica como o fim dessa exigência pode beneficiar facções e milícias. Leia: ponte.org/flavio-bolso...

ponte.orgO ‘detalhezinho’ rejeitado por Flávio que ajudou a resolver crimes - Ponte JornalismoMarcação de munições ajudou a desvendar a morte da juíza Patrícia Acioli e revelou desvio. Flávio Bolsonaro apoiou projeto para extingui-la

1) Flávio Bolsonaro chamou de “detalhezinho” a marcação de munições vendidas ao Estado. Mas foi justamente esse mecanismo que ajudou a desvendar o assassinato de uma juíza e a identificar munições desviadas para facções criminosas. Entenda o que está em jogo.

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6) Apesar disso, um projeto enviado por Jair Bolsonaro ao Congresso em 2019 passou a prever o fim da obrigatoriedade dessa marcação. O texto foi aprovado na Câmara, mas não avançou no Senado, apesar dos esforços de Flávio Bolsonaro para aprová-lo.

7) Questionado sobre o projeto no Jornal Nacional, em 16 de outubro, Flávio Bolsonaro minimizou a importância do rastreamento. “Isso é muito maior do que um ‘detalhezinho’ desses em cima de uma cápsula”, disse o candidato à Presidência, ao defender outras medidas de combate ao crime.

1) Flávio Bolsonaro chamou de “detalhezinho” a marcação de munições vendidas ao Estado. Mas foi justamente esse mecanismo que ajudou a desvendar o assassinato de uma juíza e a identificar munições desviadas para facções criminosas. Entenda o que está em jogo.

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4) A marcação também ajudou a identificar munições desviadas de órgãos públicos na Chacina de Osasco e Barueri, que deixou 17 mortos em 2015. Um dos lotes encontrados também apareceu nos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes, em 2018.

5) O mecanismo também ajuda a investigar o abastecimento do crime organizado. Estudo do Instituto Sou da Paz analisou 31.205 munições apreendidas em operações contra o Comando Vermelho. Dessas, 6.624 (21,2%) tinham marcação que permitiu identificar desvios de forças de segurança.

1) Flávio Bolsonaro chamou de “detalhezinho” a marcação de munições vendidas ao Estado. Mas foi justamente esse mecanismo que ajudou a desvendar o assassinato de uma juíza e a identificar munições desviadas para facções criminosas. Entenda o que está em jogo.

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2) Em 2011, a juíza Patrícia Acioli foi assassinada com 21 tiros, em Niterói (RJ). Ela atuava contra policiais envolvidos em execuções, corrupção e milícias. Uma inscrição nas cápsulas encontradas na cena do crime ajudou a identificar os responsáveis.

3) O código ADA43 revelou que as munições usadas no assassinato haviam sido vendidas à PM do Rio e destinadas, em parte, ao batalhão onde trabalhavam os assassinos. Onze policiais foram condenados pelo crime, incluindo o comandante da unidade.

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6) A Ponte Jornalismo também critica propostas de governos do PT quando elas contrariam essa mesma régua — da violência policial na Bahia à redução da maioridade penal. “Nosso compromisso nunca foi com partido ou figura pública. É com os direitos humanos, a democracia e a defesa da vida.”

7) “A independência editorial da Ponte nunca significou neutralidade diante de violações de direitos ou de ameaças à democracia.” Leia o editorial completo no site da Ponte.

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4) Seu plano promete cinco novos presídios federais e 500 mil novas vagas no sistema prisional. Mas não explica quanto essa expansão custará nem de onde virão os recursos. Mais prisão, por si só, não significa mais segurança.

5) O programa também aposta em reconhecimento facial e integração de câmeras a bancos de dados. “São câmeras para observar o cidadão, não câmeras corporais para aumentar a transparência sobre a atuação de quem recebeu do Estado autorização para usar a força.”

2) A régua é a mesma que usamos para qualquer governo: defesa da vida, redução da violência, investigação e inteligência, controle das polícias, fiscalização dos gastos públicos, menos encarceramento e enfrentamento das estruturas econômicas do crime organizado.

3) O histórico de Flávio Bolsonaro também faz parte dessa análise. Quando deputado estadual, ele concedeu a Medalha Tiradentes a Adriano da Nóbrega, posteriormente apontado como chefe do Escritório do Crime, e empregou a esposa e a mãe dele em seu gabinete.

Policial foi preso em flagrante por homicídio doloso após delegado apontar uso desproporcional da força; vítima tinha 32 anos, era mãe de duas meninas e aguardava transplante de fígado Por Catarina Duarte e Mariana Rosetti ponte.org/pm-que-matou...