"Mas frisa que há alterações de relevo de tendências a partir de 2021, com mais 15% de abortos em 2022 e novos aumentos de 6% nos dois anos seguintes. A explicação, diz, pode ser da queda de consultas de planeamento familiar a partir de 2019." Mais nada?
Passos defende regresso às regras para o aborto que aprovou em 2015. "Foram revogadas sem explicação" observador.pt/liveblogs/ha...
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