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"Mas frisa que há alterações de relevo de tendências a partir de 2021, com mais 15% de abortos em 2022 e novos aumentos de 6% nos dois anos seguintes. A explicação, diz, pode ser da queda de consultas de planeamento familiar a partir de 2019." Mais nada?

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Sendo que essa taxa, entre mães estrangeiras, sempre foi muito mais elevada (~o dobro) da das mães portuguesas. Além disso, a taxa subiu, mas em 2025 já desceu, portanto resta saber se há, verdadeiramente uma tendência, ou é o Passos "a apanhar cerejas".