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"Mas frisa que há alterações de relevo de tendências a partir de 2021, com mais 15% de abortos em 2022 e novos aumentos de 6% nos dois anos seguintes. A explicação, diz, pode ser da queda de consultas de planeamento familiar a partir de 2019." Mais nada?

Sendo que essa taxa, entre mães estrangeiras, sempre foi muito mais elevada (~o dobro) da das mães portuguesas. Além disso, a taxa subiu, mas em 2025 já desceu, portanto resta saber se há, verdadeiramente uma tendência, ou é o Passos "a apanhar cerejas".

Humm, isso tem a ver com os números da imigração . Em 2025 também houve uma desaceleração da chegada de imigrantes , portanto talvez a questão seja essa e não tanto a lei em si

Há uma flutuação na taxa entre as mães portuguesas com uma subida, mas o factor dominante são as mães estrangeiras. Em 2021 representavam 13,6% dos nascimentos, em 2025 28,8%. E o número de IVGs é praticamente o dobro nessa população.