Not Guilherme Boulos

Not Guilherme Boulos

@bortbruno.bsky.social

Neto de estivador, filho de professora. Doutor em História e músico. Nem sempre falo sério. Perfil pessoal.

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Nao deixem que comentaristas tirem a relevância do que aconteceu hoje: nunca na história República aconteceu uma virada dessas. É de uma enormidade sem precedentes. "Ah, mas vai ter que lidar com um congres-". A gente lida com isso amanhã. Comemore.

Por conta desse livro aí uma porrada de gente do café me seguiu. Galera do barismo, mas também da produção de cafés especiais. Desde o começo da eleição até esse post um pessoal deu unfollow. Sinceramente, vai é tarde. Se leu, não sacou nadinha dos artigos.

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Cafezinho é política? Sim senhor. Hoje o nosso voto é por estudos sobre o café reflexivos, menos elitistas e que observem aqueles que historicamente foram invisibilzados.

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Isso sem contar que boa parte das pessoas não gosta nem quer mudar seu sabor do café diário. Eu mesmo me incluo nessa. Eu gosto do meu cafézão diário forte, amargo, e beleza. Até poderia gastar, de vez em quando, mas não quero.

O café especial tem boas premissas, mas ainda em grande parte é um embuste criado por um setor em crise que precisou criar uma fatia de mercado pra lucrar em um produto que não conseguia exportar. Enquanto o pessoal que trabalha com isso não entender e virar o discurso, vamo ficar na mesma.

Por conta desse livro aí uma porrada de gente do café me seguiu. Galera do barismo, mas também da produção de cafés especiais. Desde o começo da eleição até esse post um pessoal deu unfollow. Sinceramente, vai é tarde. Se leu, não sacou nadinha dos artigos.

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Cafezinho é política? Sim senhor. Hoje o nosso voto é por estudos sobre o café reflexivos, menos elitistas e que observem aqueles que historicamente foram invisibilzados.

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O café especial tem uma premissa muito importante (o da conscientização da origem e de quem faz seu café e da valorização do pequeno produtor), mas que curiosamente o gentrifica, pois é bebido por uma pequena parcela da população.

Grande parte da galera do café ainda tá preso só "café tradicional/extra forte é ruim, vc precisa experimentar outros cafés", mas esquece que boa parte da população não pode arcar com o luxo. Pq, sim, é um luxo; principalmente com um pacote de 250g valendo NO MÍNIMO 50 conto.

Por conta desse livro aí uma porrada de gente do café me seguiu. Galera do barismo, mas também da produção de cafés especiais. Desde o começo da eleição até esse post um pessoal deu unfollow. Sinceramente, vai é tarde. Se leu, não sacou nadinha dos artigos.

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Cafezinho é política? Sim senhor. Hoje o nosso voto é por estudos sobre o café reflexivos, menos elitistas e que observem aqueles que historicamente foram invisibilzados.

Um dos papos mais constantes nos artigos é a existência de um costume do café que atravessa as classes sociais, mas que se enraiza na classe trabalhadora. É aí que o café vira uma bebida social no Brasil e nos transforma no país do café.

Cafezinho é política? Sim senhor. Hoje o nosso voto é por estudos sobre o café reflexivos, menos elitistas e que observem aqueles que historicamente foram invisibilzados.

Quando morei na França foi no período da prisão e frequentemente a pergunta sobre o Brasil era sobre ele, com preocupação. Principalmente nas manifs das greves da previdência (as vzs participava sem querer pq grande parte do período que estive la fazia as coisas a pé, pq nao tinha transporte kkkk)

Lula agora deve: Matar o Leão de Nemeia e a Hidra de Lerna, capturar o cerbero, buscar os pomos de ouro e

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Flávio apresenta 19 condições para abrir sigilo após ser desafiado por Lula .

dlvr.itFlávio apresenta 19 condições para abrir sigilo após ser desafiado por LulaDesafiado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a abrir os sigilos telefônico e fiscal, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apresentou nesta quarta-feira uma lista de 19 condições para atender ao chamado do petista. São pedidos de acesso a informações financeiras, telefônicas e administrativas envolvendo o adversário na disputa do segundo turno, seus familiares e pessoas próximas ao governo. O documento foi juntado ao procedimento do PT protocolado junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os pedidos são uma resposta ao desafio lançado pelo petista, que se dispôs a abrir os próprios sigilos e os de familiares caso o adversário fizesse o mesmo. Entre as solicitações estão dados bancários e fiscais de empresas ligadas aos filhos de Lula, registros de encontros do presidente com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, informações sobre a lobista Roberta Luchsinger e despesas do cartão corporativo da Presidência. O senador também pede informações sobre voos da Força Aérea Brasileira (FAB), visitas aos palácios presidenciais e reuniões de pessoas próximas ao governo com autoridades. Os pedidos estão divididos em quatro frentes na petição apresentada ao TSE. A primeira trata de empresas e pessoas ligadas à família do presidente e ao Instituto Lula. A segunda reúne informações sobre a relação do governo com Vorcaro. A terceira aborda Roberta Luchsinger e o caso das fraudes contra aposentados do INSS. A última trata de despesas custeadas com dinheiro público. Veja os 19 pedidos de informações apresentados por Flávio Empresas e pessoas ligadas à família de Lula - Empresas nacionais e sociedades offshore de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha - o senador pede a quebra dos sigilos bancário, desde 2003, do filho do presidente, de sua mulher, Renata de Abreu Moreira, e de empresas nacionais ligadas a ele; - Empresas de Sandro Luís e Marcos Cláudio Lula da Silva, também filhos de Lula - Empresas de Fernando Bittar, sócio de Lulinha; - Empresas dos demais filhos de Lula como Lurian Cordeiro Lula da Silva, Marcos Cláudio Lula da Silva, Sandro Luís Lula da Silva e Luís Cláudio Lula da Silva; - Quebra de sigilo do Instituto Lula e de Paulo Okamotto que foi presidente do institudo por anos Relações do governo com Daniel Vorcaro - Registros de visitas a Vorcaro durante sua custódia na Polícia Federal - Planos de voo e passageiros de aeronave atribuída a Vorcaro na semana de sua prisão, em novembro de 2025; - Relação de participantes e todos os registros do encontro entre o presidente e o banqueiro, realizado em 4 de dezembro de 2024; - Entradas de Vorcaro e seu intermediários nos palácios do Planalto e Alvorada; - Registros de entrada de Guido Mantega e Augusto Lima no Planalto; - Sigilos de João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT. Roberta Luchsinger e o caso do INSS - Visitas de Roberta Luchsinger ao Planalto e ao Alvorada; - Voos da FAB com Roberta Luchsinger - Reuniões da lobista em órgãos federais; - Sigilos de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Lula; - Sigilos de Frei Chico, irmão de Lula, e do Sindnapi, sindicato supostamente envolvido no escândalo do INSS; Despesas custeadas com dinheiro público - Gastos do cartão corporativo da Presidência desde janeiro de 2023; - Agenda de Janja, visitas dos filhos de Lula, helicópteros e gastos do Alvorada. Além desses 19 pedidos, Flávio solicita que o TSE intime Lula a se manifestar sobre as condições e apresente os termos individuais de autorização para a abertura dos sigilos. Caso o presidente não concorde, o senador pede que a recusa seja registrada nos autos. Na petição, Flávio afirma que também autoriza a abertura dos próprios sigilos bancário, fiscal e telefônico relativos aos últimos 20 anos, além da divulgação de mensagens trocadas com Vorcaro. O embate começou no debate presidencial da TV Band, realizado no último domingo, quando Lula desafiou Flávio a abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico e afirmou que estaria disposto a fazer o mesmo. A proposta inicial do petista era mais restrita, voltada à divulgação de dados dos dois adversários e de familiares. Flávio, porém, dobrou a aposta e ampliou o alcance da discussão ao incluir empresas, parentes, empresários, ex-integrantes do governo, registros de reuniões e despesas públicas. Initial plugin text

Lula comba +4 e obriga Flavio Bolsonaro a comprar o baralho de Uno

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📰 Lula aceita todas as condições de Flávio para abertura de sigilos Candidato do PL exige que sejam abertas as contas de pessoas ligadas ao Instituto Lula, gastos de Janja em viagens e lista de visitantes de Daniel Vorcaro na PF

Em 1860, existia um abolicionista chamado Benjamin Fontana. Curiosamente, o discurso dele era exatamente o mesmo das duas aí: apesar de ser favorável, Fontana questionava o que os escravizados fariam no seu tempo livre. Ou seja: quando dizemos que esse pensamento é escravocrata, nao é exagero

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E se a situação era ruim com os abolicionistas, pior na correlação de força oposta. O grupo que mais cresceu em santos foram os portugueses, que tomaram tanto os postos de trabalho braçal como avançaram nas terras do quilombo.

Em 1860, existia um abolicionista chamado Benjamin Fontana. Curiosamente, o discurso dele era exatamente o mesmo das duas aí: apesar de ser favorável, Fontana questionava o que os escravizados fariam no seu tempo livre. Ou seja: quando dizemos que esse pensamento é escravocrata, nao é exagero

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Fontana foi um importante loteador e cedeu terras pro Quilombo do Jabaquara, um dos maiores quilombos urbanos do Brasil. Fiquei meses tentando entender qual a participação desse cara no movimento abolicionista. No fim, os libertos que iam pro Jabaquara acabavam, indiretamente, trabalhando pra ele.

Isso confirmou o que autores, como Ana Lucia Duarte Lanna, ja diziam sobre as aberrações que permearam o movimento abolicionista da tal "cidade da caridade e liberdade". Muitos libertos tinham contratos de trabalho assinados com patrões que mantinham a relacao de servidão mesmo com a alforria.

Em 1860, existia um abolicionista chamado Benjamin Fontana. Curiosamente, o discurso dele era exatamente o mesmo das duas aí: apesar de ser favorável, Fontana questionava o que os escravizados fariam no seu tempo livre. Ou seja: quando dizemos que esse pensamento é escravocrata, nao é exagero

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Obviamente este nao era o único pensamento abolicionista, Luiz Gama ta ai pra nos provar o contrário. Mas era o pensamento hegemônico absorvido por boa parte dos abolicionistas da jovem burguesia (que, por sinal, eram de famílias escravocratas).

Em 1860, existia um abolicionista chamado Benjamin Fontana. Curiosamente, o discurso dele era exatamente o mesmo das duas aí: apesar de ser favorável, Fontana questionava o que os escravizados fariam no seu tempo livre. Ou seja: quando dizemos que esse pensamento é escravocrata, nao é exagero

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Como eu sei como esse tal de Benjamin Fontana pensava? Ele escreveu um pequeno manifesto abolicionista. O título ja diz bastante: "Idéas, lembranças e indicações para extinguir a escravidão no Brazil : salvar a propriedade e educar os libertos afim de serem cidadãos uteis"

Abriram a ala especial do asilo arkham pro segundo turno

⭕️ Zem🚩@clavedosul.bsky.social

BORA LULA NO 2º TURNO André Janones criou o canal "Exército de Lula" no WhatsApp O objetivo é mobilizar apoiadores do Presidente Lula no 2º turno Em menos de 24 horas, mais de 500 mil pessoas entraram no grupo Aqui está o link do "EXÉRCITO DO LULA " no WhatsApp: whatsapp.com/channel/0029... 

Fico impressionado que, mesmo sem usar tanto mais por aqui, esse post continua recebendo likes depois de 2me

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Fui procurar recreativamente o meme do julian canabravas e descobri retorna nao só uma ou duas, mas pelo menos três JULIANA CANABRAVA