Not Guilherme Boulos
Not Guilherme Boulos
@bortbruno.bsky.social
Neto de estivador, filho de professora. Doutor em História e músico. Nem sempre falo sério. Perfil pessoal.
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Not Guilherme Boulos reposted
Por conta desse livro aí uma porrada de gente do café me seguiu. Galera do barismo, mas também da produção de cafés especiais. Desde o começo da eleição até esse post um pessoal deu unfollow. Sinceramente, vai é tarde. Se leu, não sacou nadinha dos artigos.
Cafezinho é política? Sim senhor. Hoje o nosso voto é por estudos sobre o café reflexivos, menos elitistas e que observem aqueles que historicamente foram invisibilzados.
Por conta desse livro aí uma porrada de gente do café me seguiu. Galera do barismo, mas também da produção de cafés especiais. Desde o começo da eleição até esse post um pessoal deu unfollow. Sinceramente, vai é tarde. Se leu, não sacou nadinha dos artigos.
Cafezinho é política? Sim senhor. Hoje o nosso voto é por estudos sobre o café reflexivos, menos elitistas e que observem aqueles que historicamente foram invisibilzados.
Por conta desse livro aí uma porrada de gente do café me seguiu. Galera do barismo, mas também da produção de cafés especiais. Desde o começo da eleição até esse post um pessoal deu unfollow. Sinceramente, vai é tarde. Se leu, não sacou nadinha dos artigos.
Cafezinho é política? Sim senhor. Hoje o nosso voto é por estudos sobre o café reflexivos, menos elitistas e que observem aqueles que historicamente foram invisibilzados.
www.gov.br/bn/pt-br/cen... Tem esse comunicado, mas ele é TÃO vago rs
Em 1860, existia um abolicionista chamado Benjamin Fontana. Curiosamente, o discurso dele era exatamente o mesmo das duas aí: apesar de ser favorável, Fontana questionava o que os escravizados fariam no seu tempo livre. Ou seja: quando dizemos que esse pensamento é escravocrata, nao é exagero
Em 1860, existia um abolicionista chamado Benjamin Fontana. Curiosamente, o discurso dele era exatamente o mesmo das duas aí: apesar de ser favorável, Fontana questionava o que os escravizados fariam no seu tempo livre. Ou seja: quando dizemos que esse pensamento é escravocrata, nao é exagero
Em 1860, existia um abolicionista chamado Benjamin Fontana. Curiosamente, o discurso dele era exatamente o mesmo das duas aí: apesar de ser favorável, Fontana questionava o que os escravizados fariam no seu tempo livre. Ou seja: quando dizemos que esse pensamento é escravocrata, nao é exagero
Caso tenham interesse, discuti essa questao na minha tese de doutorado la pela página 210, numa parte que tentava entender a correlação de forças na formação urbana contemporânea da cidade de Santos. sapientia.pucsp.br/bitstream/ha...
Em 1860, existia um abolicionista chamado Benjamin Fontana. Curiosamente, o discurso dele era exatamente o mesmo das duas aí: apesar de ser favorável, Fontana questionava o que os escravizados fariam no seu tempo livre. Ou seja: quando dizemos que esse pensamento é escravocrata, nao é exagero
Saindo um pouco do tema eleição: ontem dei uma entrevista sobre o livro Histórias do Café: Cultura, Consumo e Alimentação <3 www.youtube.com/watch?v=StoY...
www.alamedaeditorial.com.br/historia/his... pra quem ainda não viu e tem interesse no tema
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