Daniel Oliveira

Daniel Oliveira

@danielolivalx.bsky.social

Lagarto na bola. Canhoto na política. Tuga sem orgulho nem vergonha. Jornalista e colunista

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Apesar das promessas, os argumentos do Iaque repetem-se: democracia e armas. Não é provável que Trump consiga substituir, pelos ares, os déspotas religiosos pelo filho de um déspota laico. Mas pode oferecer-nos um caos ainda mais perigoso do que no Iraque.

expresso.ptIrão: aprender, aprender nuncaApesar das promessas, os argumentos do Iaque repetem-se: democracia e armas. Não é provável que Trump consiga substituir, pelos ares, os déspotas religiosos pelo filho de um déspota laico. Mas pode of...

Quanto à bomba, há três décadas que está a semanas de estar pronta e foram os EUA que, pela segunda vez, abandonaram as negociações, depois de rasgarem o acordo de Obama. Agora, num mundo sem regras, a única garantia de soberania é ter armamento nuclear.

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O PSD passa de partido charneira, que distribui jogo, para partido ensanduichado, que se põe de fora. Entrega o centro ao PS e a liderança da direita ao Chega. Cada primeiro voto em Ventura será mais um eleitor potencial no Chega quando a economia piorar.

expresso.ptO erro cego de MontenegroO PSD passa de partido charneira, que distribui jogo, para partido ensanduichado, que se põe de fora. Entrega o centro ao PS e a liderança da direita ao Chega. Cada primeiro voto em Ventura será mais ...

A política está a mudar, mas a mudança dá-se aos solavancos. AJS mostrou que ser socialista não é um estigma. Não foi o candidato contra o PS e só cresceu quando assumiu o seu lugar. AV vale o mesmo que o CH. Mas a falta de clareza da direita democrática pode levá-lo acima dos 30%, levando eleitores

expresso.ptAs coisas mudaram, mas não tanto como pareciaSeguro mostrou que ser socialista não é um estigma. Ventura vale o mesmo que o CH e só a falta de clareza da direita democrática lhe dará novos eleitores. Boa parte do voto em Cotrim é de quem percebe...
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não queiram mudar de governo, não veem o Governo como um trunfo. Continuam a acreditar na teoria dos cestos. E que a TV ajuda a promover candidatos, mas não os inventa. Marcelo esmagou porque é Marcelo. Mendes foi esmagado porque é Mendes.

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Os partidos mais à esquerda continuam em crise profunda. Estes resultados nada dizem, porque a pressão do voto útil contra Cotrim e Ventura os determinou. Mas não conseguiram inventar um candidato agregador. O segredo não é a união ou a competição, é a superação.

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A política está a mudar, mas a mudança dá-se aos solavancos. AJS mostrou que ser socialista não é um estigma. Não foi o candidato contra o PS e só cresceu quando assumiu o seu lugar. AV vale o mesmo que o CH. Mas a falta de clareza da direita democrática pode levá-lo acima dos 30%, levando eleitores

expresso.ptAs coisas mudaram, mas não tanto como pareciaSeguro mostrou que ser socialista não é um estigma. Ventura vale o mesmo que o CH e só a falta de clareza da direita democrática lhe dará novos eleitores. Boa parte do voto em Cotrim é de quem percebe...

da AD e da IL a perderem a virgindade e a passarem a potenciais eleitores do CH. Boa parte do voto em JCF não é “liberal”. É de quem percebeu que LMM não ia lá. Mas o desgaste da governação continuará a reconfiguração o sistema, de que o PS foi a 1ª vítima e o PSD será a seguinte.

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HGM prova que a independência não garante votos e que a esquerda e a direita ainda contam como referências. As pessoas estão ansiosas por coisas novas, mas as que prevalecem nasceram das velhas, não do vácuo. O resultado de LMM, depois de se colar ao Governo, prova que mesmo que as pessoas

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O derrotado da noite é Montenegro. E a sua neutralidade, na segunda volta, entrega a Ventura da liderança da direita, em vez de o acantonar no espaço antidemocrático. É uma escolha de consequências estruturais, recolocando o PSD e acelerando a reconfiguração da direita.

expresso.ptMontenegro é neutral entre a democracia e o autoritarismo, dando a liderança da direita a VenturaO derrotado da noite é Montenegro. E a sua neutralidade, na segunda volta, entrega a Ventura da liderança da direita, em vez de o acantonar no espaço antidemocrático. É uma escolha de consequências es...

A Gronelândia beneficia de transferências financeiras e proteção, mas não controla matérias centrais da sua política externa e de segurança. A Dinamarca mantém vantagens estratégicas, sem assumir plenamente os custos políticos. Ali se vive a continuação do colonialismo europeu em pleno século XXI,

expresso.ptGronelândia: o hábito do colonialismoA Gronelândia tem uma das taxas de suicídio mais elevadas do mundo e um abandono escolar impensável nos países escandinavo. A forma como Trump a olha não é muito diferente da dinamarquesa. A diferença...
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influência em Copenhaga do que em Washington. Já o choque europeu nasce de a ambição colonial dos EUA nos incluir. Estamos habituados a ser parceiros estratégicos do imperialismo americano, não um território a subordinar ou a deixar entregue à Rússia. Com Trump, tudo é caótico, brutal e despudorado.

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Mas a visão colonial das relações internacionais não nos é estranha, mesmo hoje. O mundo sabe que a guerra da Ucrânia só ganhou estatuto universal por ocorrer no centro. O olhar colonial europeu fragiliza a sua posição moral num mundo onde as “esferas de influência” regressaram.Também na Gronelândia

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A Gronelândia beneficia de transferências financeiras e proteção, mas não controla matérias centrais da sua política externa e de segurança. A Dinamarca mantém vantagens estratégicas, sem assumir plenamente os custos políticos. Ali se vive a continuação do colonialismo europeu em pleno século XXI,

expresso.ptGronelândia: o hábito do colonialismoA Gronelândia tem uma das taxas de suicídio mais elevadas do mundo e um abandono escolar impensável nos países escandinavo. A forma como Trump a olha não é muito diferente da dinamarquesa. A diferença...

claro na frieza dos números: uma das taxas de suicídio mais elevadas do mundo e um abandono escolar impensável nos países escandinavo. Em 2 gerações, um povo nómada e caçador viu o seu modo de vida desmantelado e substituído por um urbanismo apressado, empregos escassos e a sensação de não caber

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em lado algum. E a tentação é reduzir isto a um défice cultural ou à subsidiodependência. A forma como Trump olha para a Gronelândia não é muito diferente da dinamarquesa. A diferença é que o povo Inuit faz parte da paisagem política e histórica da Dinamarca e sabe que, apesar de tudo, terá mais

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o custo é reduzido para um quarto. A lei exigia comunicação à Segurança Social 15 dias antes do início da atividade. Agora, pode ser no próprio dia, permitindo que a formalização só aconteça quando e se a fiscalização aparecer. Não declarar trabalhadores tornou-se menos arriscado. A isto junta-se a

expresso.ptTrabalho não declarado: o crime compensa numa economia desqualificadaDepois de propor a descriminalização do trabalho não declarado, o governo reduziu a presunção de que o vínculo existia de 12 para 3 meses e tornou possível a declaração no próprio dia da admissão, per...
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escrúpulos. Sobretudo os imigrantes, alvos preferenciais do trabalho não declarado. O fisco perde IRS e IVA. Aumentam a concorrência desleal e a economia paralela. Para a economia, um modelo de competitividade assente na redução de custos através da ilegalidade.

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o custo é reduzido para um quarto. A lei exigia comunicação à Segurança Social 15 dias antes do início da atividade. Agora, pode ser no próprio dia, permitindo que a formalização só aconteça quando e se a fiscalização aparecer. Não declarar trabalhadores tornou-se menos arriscado. A isto junta-se a

expresso.ptTrabalho não declarado: o crime compensa numa economia desqualificadaDepois de propor a descriminalização do trabalho não declarado, o governo reduziu a presunção de que o vínculo existia de 12 para 3 meses e tornou possível a declaração no próprio dia da admissão, per...

descriminalização da omissão de comunicação de trabalhadores à Segurança Social, proposta na lei laboral. Com as três decisões, a Segurança Social perde contribuições e as carreiras contributivas serão mais curtas. Os trabalhadores perdem proteção social e ficam mais dependentes de empregadores sem

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Maduro é um ditador que apenas ofereceu miséria ao seu povo. Isso não legitima uma intervenção militar externa nem o rapto de um chefe de Estado — muito menos quando conduzidos por um inimigo da democracia. Invocar a “guerra às drogas”, quando Trump usou o perdão presidencial para libertar o

expresso.ptOntem a Ucrânia, hoje a Venezuela, amanhã a GronelândiaQuem libertou um ex-Presidente hondurenho condenado a 45 anos por tráfico não combate a droga. Quem é aliado de ditadores e inimigo da democracia não a está a defender contra o ditador Maduro. Trump d...
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Ontem foi a Ucrânia, hoje é a Venezuela, amanhã será a Gronelândia. A lei é simples: quem pode, toma. No sábado, Trump deixou claro o projeto colonial: vai governar a Venezuela e fazer muito dinheiro. Já o tinha dito em 2023 e repetiu — o petróleo venezuelano é dos EUA e ele quer controlá-lo.

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Não há mais nada para ver, imaginar ou conjeturar. Nem defesa da democracia, nem luta contra o narcotráfico. É a velha rapina de recursos pela força. Querem discutir o futuro? Aceitar a lei do mais forte é aceitar que é o mais forte que o decide.

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Maduro é um ditador que apenas ofereceu miséria ao seu povo. Isso não legitima uma intervenção militar externa nem o rapto de um chefe de Estado — muito menos quando conduzidos por um inimigo da democracia. Invocar a “guerra às drogas”, quando Trump usou o perdão presidencial para libertar o

expresso.ptOntem a Ucrânia, hoje a Venezuela, amanhã a GronelândiaQuem libertou um ex-Presidente hondurenho condenado a 45 anos por tráfico não combate a droga. Quem é aliado de ditadores e inimigo da democracia não a está a defender contra o ditador Maduro. Trump d...

ex-presidente das Honduras, condenado a 45 anos de prisão por tráfico de cocaína, é o cúmulo da hipocrisia. A National Security Strategy assume uma política externa centrada nos interesses económicos dos EUA e trata a América Latina como espaço regional de influência prioritária, onde a

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presença de potências externas é uma ameaça. Nesse quadro, o uso da coerção económica (Argentina), da pressão política (Honduras) e da força (Venezuela) é legítimo. Como Putin faz na sua vizinhança. Estamos a assistir à divisão imperial do mundo e a fingir que os valores ainda importam.

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Há um acordo de governação entre o PSD e o CH na CML. Era previsível, desde a escolha de uma figura secundaríssima do partido e da reunião entre Ventura e Moedas, numa sala do Palácio de Belém, depois de um Conselho de Estado. Confirmou-se quando os vereadores do CH votaram favoravelmente a uma

expresso.ptO acordo nada secreto entre Moedas e VenturaO Chega aprovou a concentração de poderes em Moedas porque sabia que participaria nas decisões essenciais. Já travaram as tímidas medidas de regulação do AL, irão limitar às crianças portuguesas o apo...
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de regulação do AL. Irão limitar às crianças portuguesas o apoio municipal a famílias sem vaga em creche financiada pelo Estado, apesar de estrangeiros pagarem os mesmos impostos e taxas e até terem direito de voto. Acompanhando o programa do CH, propõe-se vender até metade das 21 mil casas geridas

expresso.ptO acordo nada secreto entre Moedas e VenturaO Chega aprovou a concentração de poderes em Moedas porque sabia que participaria nas decisões essenciais. Já travaram as tímidas medidas de regulação do AL, irão limitar às crianças portuguesas o apo...

pela Gebalis, reduzindo drasticamente o já diminuto stock público e impedindo a rotação. Seguiram-se nomeações para a direção dos serviços sociais e para a empresa que gere os bairros municipais. Mais do que programa, o CH tem um exército de desempregados políticos à espera da mama do Estado.

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Há um acordo de governação entre o PSD e o CH na CML. Era previsível, desde a escolha de uma figura secundaríssima do partido e da reunião entre Ventura e Moedas, numa sala do Palácio de Belém, depois de um Conselho de Estado. Confirmou-se quando os vereadores do CH votaram favoravelmente a uma

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concentração inédita de poderes nas mãos de Moedas. É invulgar votar para ter menos poder. A menos que se saiba que se participará nas decisões essenciais. Moedas cedeu mais ao CH em semanas do que ao PS nos últimos 4 anos. E a aproximação é programática. Uniram-se para travar as já tímidas medidas

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O escrutínio faz-se antes da eleição. Não se está a falar da sua empresa familiar ou da sua atividade de advogado. Tendo em conta uma experiência política sem vertente técnica, é legítimo perguntar, sem exigir que divulgue clientes do seu escritório, a que

expresso.ptA pergunta é legítima: Marques Mendes foi lobista?O escrutínio faz-se antes da eleição. Não se está a falar da sua empresa familiar ou da sua atividade de advogado. Tendo em conta uma experiência política sem vertente técnica, é legítimo perguntar, s...

correspondia a sua atividade de consultor. É legítimo querer saber se era um lobista. Não tem melindre legal e pode não ter problema ético. Mas, se a inexperiência política de HGM é relevante, é relevante o que LMM fez com a experiência política que tem.

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Temos um problema com a justiça, com a burocracia, com a baixa qualificação da nossa economia e com os custos da habitação que têm de ser pagos nos salários. Não temos um problema com a lei laboral. Com uma contrarreforma inteira na cabeça, Palma Ramalho sonhava com um código com o seu nome.

expresso.ptA força da greve geral nota-se na ginástica de VenturaVentura, que se preparava para dar a mão ao governo, é um termómetro dos humores populares. No dia 11, passou da defesa da mudança de uma lei laboral “soviética” para a recusa do “bar aberto para desp...
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Um edifício completo, totalmente inclinado para um lado, em que se pede ao outro que se limite a escolher a derrota. O comboio partiu e é provável que o PM já tenha percebido que não tem como travar a sua marcha, seja para chegar à estação, seja para descarrilar.

expresso.ptA força da greve geral nota-se na ginástica de VenturaVentura, que se preparava para dar a mão ao governo, é um termómetro dos humores populares. No dia 11, passou da defesa da mudança de uma lei laboral “soviética” para a recusa do “bar aberto para desp...

Neste momento, o governo está nas mãos do CH. Mas não nos devemos ter ilusões. Isto só dura até às eleições presidenciais, em que Ventura pretende crescer. Uma coisa é certa: a greve geral foi apenas o primeiro episódio de uma luta que será longa.

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Temos um problema com a justiça, com a burocracia, com a baixa qualificação da nossa economia e com os custos da habitação que têm de ser pagos nos salários. Não temos um problema com a lei laboral. Com uma contrarreforma inteira na cabeça, Palma Ramalho sonhava com um código com o seu nome.

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incluindo eleitores da AD e do CH. Ventura, que se preparava para dar a mão ao governo, é o bom termómetro dos humores populares. E se alguém tinha dúvidas da eficácia da greve, bastava ver a cambalhota que deu no dia 11:

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da defesa da mudança de uma lei laboral “soviética” passou para recusa do “bar aberto para despedimentos”. Agora, o governo está com o menino nas mãos. Sabendo que o CH hesita, o poder negocial dos sindicatos está reforçado. Mas o que têm à frente é inegociável.

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Temos um problema com a justiça, com a burocracia, com a baixa qualificação da nossa economia e com os custos da habitação que têm de ser pagos nos salários. Não temos um problema com a lei laboral. Com uma contrarreforma inteira na cabeça, Palma Ramalho sonhava com um código com o seu nome.

expresso.ptA força da greve geral nota-se na ginástica de VenturaVentura, que se preparava para dar a mão ao governo, é um termómetro dos humores populares. No dia 11, passou da defesa da mudança de uma lei laboral “soviética” para a recusa do “bar aberto para desp...

A vaidade, o radicalismo, a inexperiência levaram-na a acreditar que a UGT seria fácil. Montenegro só se terá apercebido da gravidade da coisa quando a central anunciou a adesão à greve. E assustou-se com um barómetro que dava uma maioria tão clara contra a reforma e pela greve,

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À margem das regras do processo, escolhendo quem atiram para a fornalha mediática, decidem da moral da República e quem está à sua altura para governar. Têm todos como reféns. Como os militares faziam e ainda fazem em vários pontos do mundo, mantêm a democracia sob um ameaçador cutelo.

expresso.ptAntes de farda, agora de becaÀ margem das regras do processo, escolhendo quem atiram para a fornalha mediática, decidem da moral da República e quem está à sua altura para governar. Têm todos como reféns. Como os militares faziam...

Uma contrarreforma antiquada Diz-se ao trabalhador que, perante a tempestade, dispense os coletes salva-vidas para que fique mais leve para nadar. Este anteprojeto não responde aos desafios do futuro, mas a exigências do passado.

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