Fumaça

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Fumaça é um podcast de jornalismo de investigação, independente e sem fins lucrativos, focado no escrutínio de sistemas de opressão. 🎧 Ouve os nossos episódios em fumaca.pt ou na tua app de podcasts: https://pod.link/1126742188

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Durante a investigação que fizemos sobre o policiamento de bairros guetizados, as pessoas que ali habitam e os polícias que lá trabalham, que resultou na série Fronteira do Medo, o Fumaça sofreu um boicote por parte de várias entidades estatais.

Em novembro, celebramos uma década de jornalismo independente com debates, oficinas, visitas guiadas, concertos e muito mais em Évora, Porto e Lisboa. Consulta a programação completa em fumaca.pt/10-anos.

Decidimos, com a cooperativa Minga, adiar a escuta coletiva da Fronteira do Medo em Montemor-o-Novo, marcada para a tarde deste sábado, em solidariedade com o movimento pela habitação. No mesmo dia estão convocados protestos, em Évora e Lisboa. Em breve, comunicamos nova data.

Emília Martins está há quase 50 anos a cuidar da casa e família da mesma patroa, Gilda Pimenta. Diz que só se reforma quando a patroa morrer. Neste episódio, vais ouvir duas histórias sobre trabalho doméstico e o que acontece quando o afeto atravessa uma relação laboral.

Falamos com patroas e empregadas domésticas sobre pobreza e privilégio, cuidado e trabalho, vida e velhice. Primeiro, seguimos Gilda e Emília, desde os anos 1970. Depois, vemos como o ciclo se repete, com mulheres migrantes, no século XXI. 🎧 Ouve aqui: fumaca.pt/coladas-uma-...

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Em entrevista, o escritor palestiniano descreve como a ocupação e a necessidade de tornar o sofrimento aceitável perante jornalistas, diplomatas e políticos o levaram, desde criança, a policiar a linguagem e os próprios pensamentos.

Mohammed El-Kurd recusa que tenham que representar inocência, gratidão ou não-violência — ser "vítimas perfeitas" — para serem dignos de direitos e proteção.

Porque é que os palestinianos têm que provar a sua humanidade? Mohammed El-Kurd recusa que tenham que representar inocência, gratidão ou não-violência — ser "vítimas perfeitas" — para serem dignos de direitos e proteção.

Vem ouvir o 9.º episódio e conversar sobre a Fronteira do Medo dia 10 de outubro, sábado, às 11h, na livraria Centésima Página, em Braga. O evento é de entrada livre. Aparece. :)

Vitória Vaz, ativista do Movimento dos Trabalhadores do Sexo, exige a legalização da prostituição e do lenocínio simples.

O texto “O trabalho do sexo não é feminista” é um dos quatro trabalhos que selecionámos num processo de candidaturas abertas este verão. Recebe o texto completo e os seguintes subscrevendo a nossa newsletter em fumaca.pt/subscrever.

A liberdade condicional é mais difícil para quem tem falta de habitação, emprego, e apoio familiar, ou sofre de dependências. Análise inédita de decisões judiciais aponta para o risco de um duplo castigo por condições socioeconómicas não endereçadas ou agravadas pela reclusão.

No dia 9 de outubro, pelas 18h30, vem ouvir um episódio e conversar sobre a Fronteira do Medo no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. O evento é de entrada livre. Basta apareceres.

Liberdade condicional é mais difícil para quem tem falta de habitação, emprego, e apoio familiar, ou sofre de dependências. Análise de decisões judiciais apontam para o risco de um duplo castigo por condições socioeconómicas não endereçadas ou agravadas pela reclusão. fumaca.pt/um-duplo-cas...

fumaca.ptUm duplo castigo à saída da cadeia - FumaçaLiberdade condicional é mais difícil para quem tem falta de habitação, emprego, e apoio familiar, ou sofre de dependências.

A forma como a polícia atua hoje em Portugal tem origem há décadas. Nos anos 1990, o programa Escola Segura levou a polícia para dentro das escolas para resolver conflitos entre menores.

Vem ouvir um episódio e conversar sobre a Fronteira do Medo dia 27 de setembro, domingo, às 16h, no Carmo 81, em Viseu. O evento é de entrada livre, mas de lotação limitada. Garante já o teu lugar enviando um bilhete para 𝘣𝘪𝘭𝘩𝘦𝘵𝘦𝘪𝘳𝘢𝘤𝘢𝘳𝘮𝘰81@𝘨𝘮𝘢𝘪𝘭.𝘤𝘰𝘮

Há uma tecnologia portuguesa dentro do aparelho de Estado de Israel. Mais de 20 organismos da administração pública israelita compraram os serviços da Outsystems, uma plataforma de aplicações digitais com sede em Oeiras e nos Estados Unidos. Lê o texto completo: fumaca.pt/outsystems-a...

Fumaça reposted

lamento, mas ñ é a excepção. é uma cultura. e está identificada em todas as polícias do mundo. há quem não seja ou aja assim nas polícias? há. e conheço alguns, mas eles próprios dizem q estão em minoria. enquanto ñ se perceber isso, ñ se consegue mudar nada.

Fumaça@fumacapt.bsky.social

Quando os mostrámos a Anabela Cabral Ferreira, na entrevista que fizemos em 2022, a então inspetora-geral da Administração Interna disse que tínhamos atingido apenas umas “maçãs podres”. Sabe mais em fronteiradomedo.pt ou procura "Fumaça" na tua app de podcasts.

Ouvimos casos judiciais de mais de 20 pessoas racializadas que descrevem o que várias pessoas chamam um padrão: começam por ser agredidas por polícias; depois, são detidas; e, por fim, acabam acusadas de, elas próprias, terem agredido agentes de autoridade.

Quando os mostrámos a Anabela Cabral Ferreira, na entrevista que fizemos em 2022, a então inspetora-geral da Administração Interna disse que tínhamos atingido apenas umas “maçãs podres”. Sabe mais em fronteiradomedo.pt ou procura "Fumaça" na tua app de podcasts.

Vem ouvir um episódio e conversar sobre a Fronteira do Medo na próxima quinta-feira (dia 10), às 18h, na Casa da Cultura de Setúbal, com Pedro Varela (CIES/ISCTE), em parceria com a Associação José Afonso. O evento é de entrada livre. Basta apareceres.

Na fronteira entre Lisboa e a Amadora, nos anos 90, Keidje Torres Lima (Valete) cedo se apercebeu do preconceito colado à cor de pele da sua família, a única negra da rua. Na escola primária, no secundário, na faculdade, sempre foi uma excepção entre a maioria branca.

Alvo de comentários e exclusões. E, aos olhos da polícia, viu demarcar-se a mesma linha de cor. Na newsletter desta semana, o rapper Valete escreve sobre crescer negro em Portugal — "onde a pertença nunca é um dado adquirido". Subscreve aqui: fumaca.pt/subscrever/?...

Os agentes da polícia são especialmente cuidadosos na redação de documentos oficiais, onde tendem a fazer um relato seletivo das ações que praticam e presenciam. O caso que envolve Pedro Lopes e o agente Paulo Gonçalves parece não ser exceção.

Plataforma de aplicações digitais portuguesa é distribuída por "um dos maiores fornecedores de mão-de-obra tecnológica do sistema de defesa israelita".

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Plataforma de aplicações digitais portuguesa é distribuída por "um dos maiores fornecedores de mão-de-obra tecnológica do sistema de defesa israelita".

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Plataforma de aplicações digitais portuguesa é distribuída por "um dos maiores fornecedores de mão-de-obra tecnológica do sistema de defesa israelita".

Está em duas dezenas de instituições públicas, disponível para a maior fabricante de armas de Israel e três empresas associadas à manutenção de colonatos.