
dlvr.itO que se sabe sobre a agressão a engenheiro ambiental durante ato político em Santos (SP)O engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira Rocha, de 28 anos, está em coma induzido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Santos, no litoral de São Paulo, após ser agredido na noite da última sexta-feira, dia 23, dois dias antes do segundo turno presidencial que reelegeu Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como presidente do Brasil. Marcelo participava de um ato político com apresentação de samba quando se afastou do grupo e não voltou.
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A família suspeita que o ataque tenha sido motivado por homofobia e por seu posicionamento político, hipóteses que ainda não foram confirmadas pela polícia. Veja o que se sabe:
Onde e quando ocorreu a agressão?
O caso aconteceu na região de Paquetá, em Santos, na noite de sexta-feira, 23 de outubro de 2026. Marcelo participava de uma manifestação favorável ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva e se afastou dos demais participantes para ir ao banheiro.
Segundo informações da CNN, durante esse período ele teria sido assaltado e espancado.
Como Marcelo foi encontrado?
Como o engenheiro demorou a voltar, amigos saíram à sua procura e o encontraram desacordado. Ele recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi levado à Santa Casa de Santos, segundo informações da prefeitura.
De acordo com a família, Marcelo permanece em coma induzido na UTI. Não há confirmação de nenhuma atualização, embora portais de notícias tenham divulgado um quadro de morte cerebral.
Qual seria a motivação do ataque?
O pai de Marcelo suspeita que a agressão tenha relação com o posicionamento político e a orientação sexual do filho, ainda de acordo com a CNN. A hipótese é que o engenheiro tenha sido atacado por participar de uma manifestação favorável a Lula e por ser homossexual.
Até o momento, porém, a investigação não confirmou uma motivação política ou homofóbica para o crime.
O que diz a polícia?
Em nota à CNN, a Polícia Civil informou que o boletim de ocorrência foi registrado no Centro de Polícia Judiciária (CPJ) de Santos.
A corporação investiga as circunstâncias da agressão, a possível motivação do crime e a identidade dos envolvidos. Até o momento, não há informações sobre suspeitos identificados ou prisões.