Num futuro muito distante, quando nossa civilização estiver sendo estudada pelos registros dos jornais, é capaz de acharem que o tal "mercado" era nosso deus. Uma divindade sempre nervosa, cheia de ira, a quem é preciso agradar.
Agora que o brasileiro já descobriu que pesquisa eleitoral não é destino, precisamos ensinar que o mercado financeiro não é a economia.