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2) A régua é a mesma que usamos para qualquer governo: defesa da vida, redução da violência, investigação e inteligência, controle das polícias, fiscalização dos gastos públicos, menos encarceramento e enfrentamento das estruturas econômicas do crime organizado.

3) O histórico de Flávio Bolsonaro também faz parte dessa análise. Quando deputado estadual, ele concedeu a Medalha Tiradentes a Adriano da Nóbrega, posteriormente apontado como chefe do Escritório do Crime, e empregou a esposa e a mãe dele em seu gabinete.

4) Seu plano promete cinco novos presídios federais e 500 mil novas vagas no sistema prisional. Mas não explica quanto essa expansão custará nem de onde virão os recursos. Mais prisão, por si só, não significa mais segurança.

5) O programa também aposta em reconhecimento facial e integração de câmeras a bancos de dados. “São câmeras para observar o cidadão, não câmeras corporais para aumentar a transparência sobre a atuação de quem recebeu do Estado autorização para usar a força.”

6) A Ponte Jornalismo também critica propostas de governos do PT quando elas contrariam essa mesma régua — da violência policial na Bahia à redução da maioridade penal. “Nosso compromisso nunca foi com partido ou figura pública. É com os direitos humanos, a democracia e a defesa da vida.”

7) “A independência editorial da Ponte nunca significou neutralidade diante de violações de direitos ou de ameaças à democracia.” Leia o editorial completo no site da Ponte.

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